Uma Canção de Paz

Cidadão do mundo

Alexandre Paredes





O que é o meu país senão um lugar cheio de terras

Coloridas e de linhas imaginárias

Onde as pessoas dormem nas ruas

Comem pelo chão

Outras vivem em mansões

Mas todas precisam do mesmo pão

Seja nossa Pátria nossa Mãe

Mas seja também

A certeza de que ninguém está só nessa longa caminhada

Que somente acabará

Quando não houver mais nada

Mais nada

Nada a parti…lhar

Quando não houver mais nada

Quando não houver mais nada

Quando não houver mais nada a partilhar

O que é o meu planeta senão um lugar cheio de guerras

De bandeiras coloridas e imaginárias

Lutam todos pelas mesmas causas

Sofrem da mesma dor

No entanto a nossa cor e as religiões separam os corações

Que buscam a mesma paz mas brigam sem explicação

Pois o Deus é o mesmo Deus que fala a Bíblia e o Alcorão

Ou em qualquer canção de paz

Nas plantas e nos animais

No pôr do sol

Falando a linguagem do amor

E quando não houver mais nada

Quando não houver mais nada

Falemos a lingua…gem do amor

Quando não houver mais nada

Quando não houver mais nada

Só nos restará o amor

***

Uma canção de paz, com versos que falam da intolerância religiosa, da transição planetária e do que restará após.

That’s all, o tempo ‘tá tão pouco! Só vim retirar uma fina camada de poeira que estava aqui no meu blog tipo casa abandonada.

Paz e bem!

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VÊ COMO VIVES

Wallpaper: Moraine Lake, Banff National Park, Alberta Canadá.

“E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: negociai até que
eu venha.” – Jesus. (LUCAS, 19:13.)

Com a precisa madureza do raciocínio, compreenderá o homem que toda a sua existência é um grande conjunto de negócios espirituais e que a vida, em si, não passa de ato religioso permanente, com vistas aos deveres divinos que nos prendem a Deus.
Por enquanto, o mundo apenas exige testemunhos de fé das pessoas indicadas por detentoras de mandato essencialmente religioso.
Os católicos romanos rodeiam de exigências os sacerdotes, desvirtuando-lhes o apostolado.
Os protestantes, na maioria, atribuem aos ministros evangélicos as obrigações mais completas do culto.
Os espiritistas reclamam de doutrinadores e médiuns as supremas demonstrações de caridade e pureza, como se a luz e a verdade da Nova Revelação pudessem constituir exclusivo patrimônio de alguns cérebros falíveis.
Urge considerar, porém, que o testemunho cristão, no campo transitório da luta humana, é dever de todos os homens, indistintamente.
Cada criatura foi chamada pela Providência a determinado setor de trabalhos espirituais na Terra.

O comerciante está em negócios de suprimento e de fraternidade.
O administrador permanece em negócios de orientação, distribuição e responsabilidade.
O servidor foi trazido a negócios de obediência e edificação.

As mães e os pais terrestres foram convocados a negócios de renúncia, exemplificação e devotamento.

O carpinteiro está fabricando colunas para o templo vivo do lar.

O cientista vive fornecendo equações de progresso que melhorem o bem-estar do mundo.
O cozinheiro trabalha para alimentar o operário e o sábio.
Todos os homens vivem na Obra de Deus, valendo-se dela para alcançarem, um dia, a grandeza divina. Usufrutuários de patrimônios que pertencem ao Pai, encontram-se no campo das oportunidades presentes, negociando com os valores do Senhor.
Em razão desta verdade, meu amigo, vê o que fazes e não te esqueças de subordinar teus desejos a Deus, nos negócios que por algum tempo te forem confiados no mundo.

Escolhi este texto, extraído do livro Vinha de Luz, do espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier. Espero sinceramente que seja objeto de reflexão. Até o próximo post!

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